Violência, infância e juventude



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O aumento da violência proveniente de atos de adolescentes e de crianças têm escandalizado a sociedade civil.
Existem muitas discussões sobre o que motivaria tais condutas: uns culpam os pais, outros os jogos de video game, outros ainda a pobreza e violência urbana.
𝐍𝐚 𝐯𝐞𝐫𝐝𝐚𝐝𝐞, 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐨𝐫𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐢𝐬𝐟𝐮𝐧𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐚𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬 é 𝐫𝐞𝐟𝐥𝐞𝐱𝐨 𝐝𝐞 𝐧ã𝐨 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝐮𝐦 𝐟𝐚𝐭𝐨𝐫 𝐨𝐮 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐨, 𝐦𝐚𝐬 𝐚 𝐬𝐨𝐦𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬.
Em outras palavras, a vida que as crianças têm levado é um fator que propicia sim condutas violentas. A família é o primeiro e mais influente grupo social do qual a criança faz parte, mas não é o único.
𝐑𝐞𝐜𝐥𝐚𝐦𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐦𝐮𝐢𝐭𝐨 𝐝𝐚 𝐯𝐢𝐨𝐥ê𝐧𝐜𝐢𝐚, 𝐦𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐥 é 𝐨 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐩𝐚𝐩𝐞𝐥 𝐝𝐢𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐨? 𝐒𝐨𝐦𝐨𝐬 𝐚𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐧𝐚 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬? Brigamos, xingamos palavrões, temos posturas antiéticas na frente delas?
Independente de sermos pais ou não,é 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐨𝐧𝐬𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐚𝐝𝐮𝐥𝐭𝐨𝐬 𝐜𝐮𝐢𝐝𝐚𝐫𝐞𝐦 𝐝𝐚 𝐩𝐫ó𝐩𝐫𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐬𝐭𝐮𝐫𝐚, 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬.
Com o uso das redes sociais, isso fica ainda mais latente. Será que postamos cenas violentas? Agimos de forma agressiva em nossas postagens? Espalhamos discursos de ódio? Será que destilamos veneno nas redes sociais ou empatia?
Não vale dizer que os pais devem controlar as redes. Como adultos sabemos, ou deveríamos saber, o que convém expor nas redes sociais ou não.
Tais 𝐩𝐨𝐬𝐭𝐮𝐫𝐚𝐬, 𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚𝐝𝐚𝐬 𝐞𝐦 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐜𝐚𝐧𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐩𝐨𝐫 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬, 𝐚𝐜𝐚𝐛𝐚𝐦 𝐭𝐨𝐫𝐧𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚 𝐬𝐨𝐜𝐢𝐞𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐧𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐚 é, 𝐞 𝐚𝐬 𝐜𝐫𝐢𝐚𝐧ç𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐥𝐚𝐬 𝐭𝐞𝐦 𝐬𝐢𝐝𝐨.
Em suma, não adianta plantar cactos, e esperar que nasçam orquídeas.
Ppsi Carla O.S Dias

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