Já tratamos, um pouquinho sobre o transtorno de pânico nas postagens anteriores.
Vimos que as razões e gatilhos podem ser diversos, e que cada pessoa que sofre desse mal- estar, deve buscar saber o que está ocorrendo consigo.
Vimos também que esse transtorno tem expressões físicas no corpo e no cérebro.
Agora, só nos resta tratar a solução para esse problema!
Após a medicação um psicólogo para te auxiliar na busca das raízes do seu sofrimento, identificar os gatilhos e como evitá-los.
Na maioria dos casos a indicação de psicoterapia é a cognitivo-comportamental para os casos de pânico.Há pessoas que se adaptam a outras abordagens, no entanto.
Após sessões para livrar-se dos sintomas, é altamente recomendado uma terapia mais longa para verificar as raízes mais profundas deste mal e trabalhar na evitação de gatilhos.
Além disso a melhoria de qualidade de vida, com inclusão de atividades físicas que te interessam, proximidade com pessoas que você ama e que te querem bem, se reconectar com sua religião ( se tiver uma), buscar manter uma ocupação, pode ser inicialmente terapia ocupacional em casos de afastamento de trabalho e assim que puder, retorno às atividades laborais.
Arte terapia, meditação, yoga e danças se mostraram bastante efetivas em casos de transtorno do pânico.
Há também aqueles que preferem atividades físicas mais vigorosas, como corridas, spinning, artes marciais variadas, depende muito da aptidão e gosto pessoal de cada um.
Independente do tipo de terapia, e a qual atividade física você vai conciliar isso, lembre que o enfrentamento é o componente principal que vai ajudar muito a combater os sintomas.
Após corretamente medicado e fazendo terapia, enfrente o medo de sair de casa, de ir aos lugares onde sofria crises.
Seja plena/o!
( Por : Carla de Oliveira)
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