O Transtorno de Pânico é um transtorno de ansiedade, é caracterizado pela ocorrência súbita e inesperada de um intenso medo ou mal-estar, geralmente acompanhado de pelos menos quatro dos seguintes sintomas:
- taquicardia,
- palpitações,
- tremores,
- dispnéia,
- sudorese,
- sensação de estar sufocando,
- medo de morrer ou de perder o controle, entre outros.
De onde vêm tais sintomas ? Seriam de fundo emocional? Espiritual? Psicológico? Fingimento?
Não, os sintomas do transtorno de pânico têm sua expressão no cérebro!
Em nosso cérebro há uma "rede de medo", que são centros neurais associados ao medo.
O ponto central desta rede é a amígdala, e envolve também o hipotálamo, o tálamo, o hipocampo, a substância cinzenta periaquedutal, o locus ceruleus e outras estruturas do tronco cerebral.
Naturalmente, nós todos temos mecanismos que nos permitem evitar situações de perigo. A ansiedade é um estado de alerta diante de um perigo, é um mecanismo saudável que nos ajuda na manutenção de nossa existência.
O problema é que por conta do estilo de vida caótico que levamos, às vezes a antecipação de um perigo ( ansiedade) se dá quando não há um perigo real. Configurando o que se chamaria de ansiedade neurótica.
Estamos constantemente expostos e somos diariamente estimulados a alimentar nossa ansiedade neurótica, seja através de notícias de jornais cada vez mais desesperadoras, seja por demandas de atuação e vida perfeita, corpo perfeito, relacionamento, perfeito enfim... Uma postagem não seria o suficiente para descrever todos mecanismos que podem nos levar a alimentar constantemente essa ansiedade neurótica.
Existem casos em que sabemos porque estamos ansiosos, mas o problema do indivíduo com transtorno de pânico é que ele não se encontra ansioso com algo específico que esteja ao redor. Suas crises são ativadas em situações que não apresentam um perigo real.
Então, a pessoa tem uma reação que não condiz com o contexto, e muitas vezes não há um contexto fixo para o surgimento da crise. Isso deixa a pessoa ainda mais ansiosa, pois não sabe exatamente em que situações a crise virá.
No próxima postagem vamos explorar as vias neurais e perceber como acontece a crise de pânico no encéfalo!
- taquicardia,
- palpitações,
- tremores,
- dispnéia,
- sudorese,
- sensação de estar sufocando,
- medo de morrer ou de perder o controle, entre outros.
De onde vêm tais sintomas ? Seriam de fundo emocional? Espiritual? Psicológico? Fingimento?
Não, os sintomas do transtorno de pânico têm sua expressão no cérebro!
Em nosso cérebro há uma "rede de medo", que são centros neurais associados ao medo.
O ponto central desta rede é a amígdala, e envolve também o hipotálamo, o tálamo, o hipocampo, a substância cinzenta periaquedutal, o locus ceruleus e outras estruturas do tronco cerebral.
Como isso ocorre??
Naturalmente, nós todos temos mecanismos que nos permitem evitar situações de perigo. A ansiedade é um estado de alerta diante de um perigo, é um mecanismo saudável que nos ajuda na manutenção de nossa existência.
O problema é que por conta do estilo de vida caótico que levamos, às vezes a antecipação de um perigo ( ansiedade) se dá quando não há um perigo real. Configurando o que se chamaria de ansiedade neurótica.
Estamos constantemente expostos e somos diariamente estimulados a alimentar nossa ansiedade neurótica, seja através de notícias de jornais cada vez mais desesperadoras, seja por demandas de atuação e vida perfeita, corpo perfeito, relacionamento, perfeito enfim... Uma postagem não seria o suficiente para descrever todos mecanismos que podem nos levar a alimentar constantemente essa ansiedade neurótica.
Existem casos em que sabemos porque estamos ansiosos, mas o problema do indivíduo com transtorno de pânico é que ele não se encontra ansioso com algo específico que esteja ao redor. Suas crises são ativadas em situações que não apresentam um perigo real.
Então, a pessoa tem uma reação que não condiz com o contexto, e muitas vezes não há um contexto fixo para o surgimento da crise. Isso deixa a pessoa ainda mais ansiosa, pois não sabe exatamente em que situações a crise virá.
No próxima postagem vamos explorar as vias neurais e perceber como acontece a crise de pânico no encéfalo!
( Por : Carla de Oliveira)
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